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70 anos da vocação de Francisco


Em 21 de setembro de 1953, Jorge Mario Bergoglio, aos 17 anos, estava a caminho de uma festa em comemoração ao Dia do Estudante e resolveu parar na paróquia que frequentava em Buenos Aires e confessar-se. Nascia aí, há 70 anos, a vocação sacerdotal de Papa Francisco, festejada nesta quinta-feira, data que marca a celebração da memória de São Mateus, o pecador público chamado por Jesus para se tornar apóstolo.

O próprio Papa Francisco lembra o que aconteceu há 70 anos: "antes de ir para a festa, passei pela paróquia que habitualmente frequentava: encontrei um padre, que não conhecia, e senti necessidade de me confessar. Esta foi para mim uma experiência de encontro: achei que alguém me esperava. Eu não sei o que se passou, não me lembro; não sei sequer por que motivo estivesse lá aquele padre que eu não conhecia, não sei porque senti aquela vontade de me confessar, mas a verdade é que alguém estava à minha espera".


"Depois da confissão, senti que qualquer coisa tinha mudado; eu não era o mesmo. Tinha ouvido como que uma voz, um chamado: fiquei convencido de que devia tornar-me sacerdote. Na fé, é importante esta experiência. Dizemos que devemos procurar Deus, ir ter com Ele para pedir perdão… Mas, quando chegamos, Ele está à nossa espera, Ele chega primeiro!", conta o Pontífice.

Misericórdia - A vocação de Francisco nasceu da experiência da misericórdia de Deus. O lema do Papa é "Miserando atque eligendo", ou seja, "Olhou-o com misericórdia e o escolheu": foi tirado de uma homilia de São Beda, o Venerável, um sacerdote do século VIII, quando ele fala de Jesus chamando Mateus, o publicano, e o Senhor, olhando para ele com um sentimento de amor, o escolhe como seu discípulo.

Francisco diz que se sente como Mateus: "Aquele dedo de Jesus assim… dirigido a Mateus. Assim sou eu. Assim me sinto. Como Mateus. É o gesto de Mateus que me toca: agarra-se ao seu dinheiro, como que a dizer: “Não, não eu! Não, este dinheiro é meu!” Este sou eu: um pecador para o qual o Senhor voltou o seu olhar. E foi isto que disse quando me perguntaram se aceitava a minha eleição para Pontífice.

Com informações e imagem: vaticannews.va























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